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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Meu Arco preferido perto do sol!!! Posso ver em vários videos!

Tenho outras imagens desse 'meu' arco, vou colocar aqui...





Publicado em 2012/01/05 POR 
Objeto massivo registrado por Cor 2 (luz branca) (Secchi) Stereo 'A' via satélite. Gravado 02 de abril de 2012Este objeto é pelo menos três vezes o tamanho da Terra, e parece estar em uma órbita fixa em torno do sol. Capaz, não só para suportar a temperatura tremenda que emana a partir da superfície sóis, mas também resistir a sua atração maciça gravitacional. Em certos pontos  você pode ver claramente os raios solares plasma salta sobre a anomalia esférica, isto prova que o objeto não é uma falha, mas é de fato um objeto real, apenas a questão é o que é. 







Jupiter é quente, mas tem água na sua atmosfera como o exoplaneta HD189733b











Impressão artística do planeta HD 189733b em órbita de sua estrela (arte: ESA - C. Carreau).
O planeta HD 189733b, situado a 64 anos-luz da Terra, não tem propriamente um ambiente amistoso: ele é um gigante gasoso onde a temperatura pode passar dos 1.000ºC. No entanto, este é o primeiro planeta extra-solar em cuja atmosfera se detectou a presença de vapor d'água. A descoberta é um passo importante na busca de um planeta similar à Terra que possa abrigar vida. 


A detecção do vapor d'água foi feita pela equipe de Giovanna Tinetti, da Agência Espacial Européia, e relatada na Nature desta semana. Os pesquisadores analisaram dados obtidos pelo telescópio espacial Spitzer, operado pela agência espacial norte-americana (Nasa). A equipe investigou a forma como o planeta, ao passar na frente de sua estrela, absorvia a luz emitida por ela. Ao analisar oscomprimentos de onda da luz infravermelha absorvida pelo planeta, os pesquisadores identificaram um padrão característico que só poderia ser obtido caso ele tivesse vapor d'água em sua atmosfera.


Descoberto em 2005, o HD 189733b é um planeta do tipo Júpiter quentecomo classificam os especialistas. Ele é 15% maior que Júpiter e orbita sua estrela a uma distância 30 vezes menor do que a que separa a Terra do Sol. O calor extremo de sua atmosfera impede que o vapor d'água se condense ou mesmo forme nuvens. De qualquer forma, a detecção da substância dá força à hipótese segundo a qual a presença de água seria comum a todos os gigantes gasosos, tanto os do tipo Júpiter quente quanto os mais afastados de suas estrelas, como Saturno ou Urano. 


A descoberta pode ajudar a entender a misteriosa categoria dos planetas do tipo Júpiter quente, cuja descoberta surpreendeu os especialistas. "Ainda não entendemos inteiramente como esses planetas de grande massa migram até órbitas tão próximas de suas estrelas ou o efeito que seu ambiente extremo tem sobre sua estrutura", disse a astrônoma Heahter Knutson, da Universidade Harvard, ao comentar o estudo para a Nature .


Em comunicado à imprensa, Giovanna Tinetti destacou a importância do estudo para a busca de planetas similares ao nosso. "O 'santo graal' para os caçadores de planetas atuais é encontrar um planeta parecido com a Terra que também tenha água em sua atmosfera", disse ela. "Encontrar água em um planeta gigante gasoso extra-solar é um marco vital rumo a essa descoberta."


Bernardo Esteves 

Ciência Hoje On-line
11/07/2007



NOTÍCIAS  08.10.11 

Oceanos da Terra podem ter vindo do espaço

Por Paula Rothman, de INFO Online
Os oceanos terrestres podem ter sido formados a partir da água de cometas que se chocaram com a Terra.
A ideia, embora não seja nova, ganha força com uma surpreendente descoberta divulgada hoje pela Agência Espacial Europeia: o primeiro cometa cuja água possui praticamente a mesma composição da água terrestre.
A informação foi coletada pelo telescópio infravermelho Herschel, que estudou o cometa Hartley 2 usando o HIFI, o mais sensível instrumento para detecção de água no espaço.
A equipe liderada por Paul Hartogh, do Instituto Max-Planck, na Alemanha, liderou a equipe internacional de astrônomos que realizou o estudo. Eles agora aguardam análises de outros cometas para reforçar a tese de que os mares do planeta podem ter vindo de icebergs gigantes flutuando no espaço.
Origem da águaDe onde veio a água da Terra? Nosso planeta se formou a temperaturas altíssimas, de forma que qualquer água original deveria ter evaporado. Ainda assim, dois terços do planeta são cobertos por ela.  Uma das explicações para isso é a de que ela deve ter chegado à Terra depois que esta esfriou – muito provavelmente, carregada em cometas.
O problema é que, até agora, não havia provas concretas de que isso poderia ter acontecido. A análise de todos os cometas feita até hoje mostrava uma composição de água diferente neles e no nosso planeta – indicando que, se um deles houvesse colidido por aqui, sua contribuição para a quantidade de água no planeta seria mínima.
Mas, como avaliar a água?A medida-chave usada pelos cientistas é a do deutério, uma forma mais pesada de hidrogênio achado na água. Todo o deutério e o hidrogênio do universo foram produzidos após o Big Bang, a cerca de 13,7 bilhões de anos. A razão entre eles na água pode variar de local para local, dependendo da região do espaço em que se formaram. As reações químicas, reguladas por temperatura, pressão, e outras condições, aumentam ou diminuem a chance de um átomo de deutério substituir um dos dois de hidrogênio na molécula de água.
Comparando o deutério da água dos oceanos da Terra com a de cometas, é possível determinar se eles tiveram a mesma origem. Todos os cometas estudados anteriormente mostravam o dobro do nível de deutério da água terrestre, porém todos eles, acredita-se, haviam sido formados próximos a Júpiter e Saturno antes de serem lançados em órbita própria pela gravidade.
O Cometa Hartley 2, por sua vez, nasceu além de Plutão, numa região gelada do sistema solar chamada Cinturão Kuiper. A nova pesquisa sugere, portanto, que se a água veio do espaço, ela veio de uma família específica de cometas. Resta agora encontrar outros membros dela para tentar comprovar esta tese.